há uma altura na vida em que de repente tudo fica mais pesado e adulto, e começamos a reparar que há pessoas que morrem, que tipo, há MESMO pessoas que morrem. e não há mais debaixo de mesas, nem lençóis, nem guarda-roupa, nem atrás de sofás, nem saias da mãe que nos salvem e nos guardem os medos. o medo, aliás, que só de nome se mantém o mesmo.

a 10.10.13
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