para quem seguia o birdie: agora vive numa página de facebook (salvo quando um ou outro post vá contra algum dos padrões daquele antro) AQUI.

a 12.12.16
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este blogue chegou ao fim.
obrigada aos que por aqui passaram.

a 11.11.15
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imagens de Panna a Netvor (1978)


 

a 19.10.15
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imagens de “L’opéra-mouffe” (1958), de Agnès Varda


 

a 2.10.15
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Blue Chicago Moon | Songs: Ohia


*

try to beat it
try to beat it
and live through space's loneliness
and live through space's loneliness
you are not helpless
you are not helpless
i'll help you to try to beat it

*

a 19.9.15
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she wore blue velvet / but in my heart there'll always be / precious and warm a memory through the years/ and i still can see blue velvet through my tears.



a 19.9.15
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já tenho vestido de noiva
(esburacado)
já tenho anel de noivado
(circlet)
já tenho anca de parideira
e um útero abandonado
 
 

a 19.9.15
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estou noiva!


a 19.9.15
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«Quanto mais me dispo
menos nu
me sinto»



Strip-tease, de
Jorge Sousa Braga

 

a 16.9.15
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Michael Gira num concerto de Swans (não sei onde, não importa)

 

a 16.9.15
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Léo Ferré e Pépée 


"All animals are equal but some animals are more equal than others." - George Orwell in Animal Farm

a 15.9.15
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Est-ce ainsi que les hommes vivent | Léo Ferré


a 15.9.15
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imagens de The Scandalous Lady W, 2015


a 27.8.15
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as minhas ferias começam aqui!


a 26.8.15
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Raymond Radiguet da praia de Piquey, Setembro de 1921



"A propósito do Diable au Corps

Quis-se encontrar no meu livro algumas confissões minhas.
Que erro! Os padres conhecem bem esse mecanismo da alma, observando em mulheres e em rapazes muito novos, o das falsas confissões, pelo qual as pessoas se acusam de más acções que não cometeram, tudo por orgulho. É para dar ao Diable o relevo de um romance que tudo nele é completamente falso, e também para contar a psicologia do rapaz, herói do livro. Esta fanfarronice faz parte do seu carácter.
Esses prodígios prematuros do espírito que em poucos anos se transformam em prodígios de asneiral.
Haverá alguma família que não tenha uma criança-prodígio? Foram elas, as famílias que inventaram a palavra. Claro que existem crianças-prodígio. Mas nunca são essas. A idade não interessa. É a obra de Rimbaud o que me espanta, não a idade em que foi escrita. Todos os grandes poetas escreveram aos dezassete anos. Os maiores de todos são os que conseguem fazê-lo esquecer.
O sr. Paul Valery, a um inquérito recente «Porque escreve?», respondeu: «Por fraqueza.»
Julgo que, pelo contrário, fraqueza seria não escrever. Acaso Rimbaud parou de escrever, duvidando de si próprio e para cuidar da sua reputação futura? Penso que não. Faz-se sempre cada vez melhor. Que os tímidos que não ousam mostrar as suas obras na esperança de virem a fazer melhor, não vejam nisto, todavia, uma desculpa para a sua fraqueza, porque, em certo sentido, mais subtil, nunca se faz melhor, nunca se faz mais mal feito."


notas de Raymond Radiguet, incluidas no prefácio de O Baile Do Conde De Orgel.


[não me lixem com esta da idade não importa. Radiguet viveu apenas 20 anos. porra, 20 anos!]


a 19.8.15
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“I WALK IN / I SEE YOU / I WATCH YOU / I SCAN YOU / I WAIT FOR YOU / I TICKLE YOU / I TEASE YOU / I SEARCH YOU / I BREATHE YOU / I TALK / I SMILE / I TOUCH YOUR HAIR / YOU ARE THE ONE / YOU ARE THE ONE WHO DID THIS TO ME / YOU ARE MY OWN / I SHOW YOU / I FEEL YOU / I ASK YOU / I DON’T ASK / I DON’T WAIT / I WON’T ASK YOU / I CAN’T TELL YOU / I LIE / I AM CRYING HARD / THERE WAS BLOOD / NO ONE TOLD ME / NO ONE KNEW / MY MOTHER KNOWS / I FORGET YOUR NAME / I DON’T THINK / I BURY MY HEAD / I BURY YOUR HEAD / I BURY YOU / MY FEVER / MY SKIN / I CANNOT BREATHE / I CANNOT EAT / I CANNOT WALK / I AM LOSING TIME / I AM LOSING TIME / I AM LOSING GROUND / I CANNOT STAND IT / I CRY / I CRY OUT / I BITE / I BITE YOUR LIP / I BREATHE YOUR BREATH / I PULSE / I PRAY / I PRAY ALOUD / I SMELL YOU ON MY SKIN / I SAY THE WORD / I SAY YOUR NAME / I COVER YOU / I SHELTER YOU / I RUN FROM YOU / I SLEEP BESIDE YOU / I SMELL YOU ON MY CLOTHES / I KEEP YOUR CLOTHES”
 
― Jenny Holzer


a 26.7.15
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© “X”, Barbara Hammer


a 19.7.15
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Directed by Siri Bunford
Monologue adapted from "Too Much of Me", an essay by Vedrana Rudan (Women in Clothes, 2014)


a 16.7.15
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já há uma nova Your Mouth Is A Guillotine (a #4, com o tema "Super-Heroínas").
venho lá dentro a cavalgar.

a 10.7.15
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tudo
se consuma
onde se consuma
tudo quanto em ti
se consuma, isto é, no termo,
onde o espaço digamos cresce e 
mingua entre as tuas coxas, cresce e
mingua entre as tuas coxas, mas fá-lo entre as
minhas, onde digamos tudo se consuma, aí mesmo onde
te transporta o cavalo que acolhes, e fá-lo entre as 
tuas minhas coxas, aí onde tudo se consuma, aí
falo perlado de um sumo translúcido
e doce, seiva de túmida semente,
aí mesmo, nessa falência
onde o espaço se
consuma e tudo
se inicia, aí
mesmo.




poema de Alberto Pimenta

(para o André)




a 10.7.15
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